São José, o nosso pai

Não é sem razão que a Igreja, no meio da Quaresma, tira o roxo no dia 19 de março e coloca o branco na Liturgia para celebrar a festa de São José, esposo da Virgem Maria. Entre todos os homens do seu tempo, Deus escolheu o glorioso São José para ser pai adotivo do Seu Filho divino e humanado. E Jesus lhe era submisso, como mostra São Lucas.

Santo Gertrudes (1256-1302), um grande místico da Saxônia, afirmou que “viu os Anjos inclinarem a cabeça quando no Céu pronunciavam o nome de São José”.

Santa Teresa de Ávila (1515-1582), a primeira doutora da Igreja, a reformadora do Carmelo, disse: “Quem não achar mestre que lhe ensine a orar, tome São José por mestre e não errará o caminho”. E declarava que: em todas as suas festas lhe fazia um pedido e que nunca deixou de ser atendida. Ensinava ainda que cada santo nos socorre em uma determinada necessidade, mas que São José nos socorre em todas.

São José, o nosso pai

Foto ilustrativa: Arquivo CN/cancaonova.com

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A grande preocupação do Papa (da qual a mídia não fala)

© Piotr Tumidajski / KAI
Salvador Aragonés

O Papa Francisco diz que a Igreja deve estar “ao lado dos que sofrem”

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Hoje no mundo parece haver um único tema de conversa: o coronavírus. A mídia e a opinião pública ignoram conflitos e guerras, problemas internacionais e crises que continuam afetando certos países como Turquia, Síria e Grécia, para citar alguns poucos exemplos.

É verdade que o vírus que surgiu na China causa grande preocupação entre as populações, às vezes até pânico. Há muitas pessoas que sofrem.

Mas e aqueles que, nas periferias do mundo, sofrem calamidade, abandono, fome, desamparo, desumanidade? O sofrimento vai além do coronavírus hoje no mundo.

Por essa razão, o Papa Francisco, no dia 11 de março, lançou um grito em favor de quem padece de outros sofrimentos:

Não gostaria que esta dor (o coronavírus), esta epidemia tão forte nos faça esquecer os pobres sírios que estão sofrendo na fronteira da Grécia e da Turquia: um povo há anos sofredor. Devem fugir da guerra, da fome, das doenças. Não esqueçamos os irmãos, irmãs e tantas crianças que estão sofrendo ali.

A Grécia tem recusado com veemência os refugiados.

A Igreja, diz o Papa, “deve estar ao lado daqueles que sofrem”.

A situação dos migrantes e exilados sírios na Turquia é gravíssima: eles vivem quase na miséria, sem escolas, alojados em campos de refugiados, sem trabalho e, quando o têm, são empregos servis.

E agora que a Turquia abriu a fronteira para eles passarem, eles não podem regressar ao cenário de guerra em seu país, a Síria. Eles buscam atravessar a fronteira com a Grécia, mesmo correndo risco de morte. Um forte drama humano.

Parece uma multidão abandonada por todos, sem país, sem futuro, sem comida: ninguém os quer. E o direito humano de asilo? A Europa olha para o lado e só permite a passagem de algumas crianças e jovens, quando há dezenas de milhares de pessoas na fronteira.

Por que esse conflito ocorre?

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Como interceder no poder do Espírito Santo?

“Interceder é próprio de um coração que está em consonância com a misericórdia de Deus.” (CIC 2635) Essa afirmação do Catecismo da Igreja Católica é a melhor maneira de iniciarmos este artigo que você lê agora, caro irmão leitor. E mais uma vez, vamos juntos, você aí e eu aqui, mas os dois de coração aberto, pois Deus quer instruir e inspirar.

Desde o seu batismo sacramental, você foi revestido de uma tríplice unção, aquela cerimônia que, quando terminada, sacramentou na sua alma que, a partir dali, você foi constituído espiritualmente rei, sacerdote e profeta. É marca indelével, ou seja, não sai, mesmo que você decida não corresponder à tamanha graça!

Por que, então, não corresponder a uma missão dada pelo próprio Deus, se o que Ele reservou para nós e por meio de nós é bom e perfeito?

Como interceder no poder do Espírito Santo?

Foto ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

Recordemos o que Ele disse através do profeta Jeremias: “Sei muito bem do projeto que tenho em relação a vós – oráculo do Senhor! É um projeto de felicidade, não de sofrimento, dar-vos um futuro, uma esperança” (cf. Jr.29,11)

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Tem início em março processo de beatificação do padre Léo

Padre Léo pode ser o próximo beato brasileiro
Padre Léo pode ser o próximo beato
Conhecido por suas pregações, padre Léo, fundador da Comunidade Bethânia, foi um sacerdote que reunia multidões por onde passava. Com uma história de sofrimento e superação, faleceu em 2007 aos 45 anos, vítima de infecção generalizada por causa de um câncer. Pe. Léo está no caminho para se tornar um dos próximos beatos brasileiros.

Mateus Lino – Cidade do Vaticano

Após sua morte em 2007, começaram a surgir os rumores da santidade do padre Léo. Dez anos depois, em 2017 o processo foi autorizado pelo bispo da Arquidiocese de Florianópolis – SC, dom Wilson Tadeu Jönk. No Brasil, o responsável pela causa é o padre Lúcio Tardivo, presidente do Instituto Pe Léo. “Primeiramente a fama de santidade veio do povo, depois começamos o processo”, disse o sacerdote.

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3 erros (e 3 acertos) que cometemos durante a oração

Felizmente, a Igreja nos ajuda a encontrar as atitudes certas em relação ao modo como rezamos

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Como praticar a misericórdia para com o próximo?

A devoção à Divina Misericórdia respira com dois pulmões: o primeiro é o da confiança; o segundo, das Obras de Misericórdia. De fato, Jesus disse à Santa Faustina: “Se, por teu intermédio, peço aos homens o culto à minha misericórdia, por tua vez deves ser a primeira a distinguir-te pela confiança na minha misericórdia. Estou exigindo de ti atos de misericórdia, que devem decorrer do teu amor para comigo. Deves mostrar-te misericordiosa com os outros, sempre e em qualquer lugar. Tu não podes te omitir, desculpar-te ou justificar-te. Eu te indico três maneiras de praticar a misericórdia para com o próximo: a primeira é a ação; a segunda, a palavra; e a terceira a oração. Nesses três graus repousam a plenitude da misericórdia, pois constituem uma prova irrefutável do amor por Mim. É desse modo que a alma glorifica e honra a minha misericórdia. Essa imagem deve lembrar as exigências da minha misericórdia, porque, mesmo a fé mais forte, de nada serve sem as obras (D. 742). Se a alma não praticar a misericórdia de um ou outro modo, não alcançará a minha no dia do juízo (D. 1317)”.

Como praticar a misericórdia para com o próximo?

Foto ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

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O que são as relíquias sagradas

St. John Vianney

Desde os primeiros séculos da Igreja se veneram os restos dos mártires e dos santos

Por Frei Carlos Silva Continuar a ler

As bênçãos solenes da Igreja

CONFESSION

Sebastien Desarmaux | GoDong

O Professor Felipe Aquino explica quais são essas bênçãos, seus significados e efeitos

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Novas normas para toda a Igreja contra quem abusa ou encobre

O motu proprio do Papa Francisco “Vos estis lux mundi” estabelece novos procedimentos para denunciar moléstias e violências, e garantir que bispos e superiores religiosos prestem contas de seu trabalho. Foi introduzida a obrigatoriedade a clérigos e religiosos de denunciar os abusos. Cada diocese deverá dotar-se de um sistema facilmente acessível ao público para receber as assinalações.

ANDREA TORNIELLI

«Vos estis lux mundi, Vós sois a luz do mundo Nosso Senhor Jesus Cristo chama cada fiel a ser exemplo luminoso de virtude, integridade e santidade».

“Vos estis lux mundi” é o título do novo motu proprio

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