Papa: inimaginável o inferno vivido pelos migrantes nos campos de detenção

Na missa de aniversário dos 7 anos da histórica visita de Francisco a Lampedusa, o Pontífice ressaltou que conhecemos uma “versão destilada” do que acontece nos campos de detenção na Líbia. O Papa também alertou novamente para a “globalização da indiferença”, “um pecado” dos cristãos de hoje, que nos torna insensíveis ao “encontro com o outro” que também é “um encontro com Cristo”. O convite à conversão – de reconhecer Jesus nos estrangeiros, pobres e doentes -, foi renovado pelo Pontífice na missa desta quarta-feira (8), na Casa Santa Marta.

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Papa: hoje precisamos de testemunhos de que o Evangelho é possível

 

“A profecia nasce quando nos deixamos provocar por Deus: não quando gerimos a própria tranquilidade, mantendo tudo sob controle. Não nasce de meus pensamentos, não nasce de meu coração fechado. Nasce se nós nos deixamos provocar por Deus. Quando o Evangelho inverte as certezas, brota a profecia. Só quem se abre às surpresas de Deus é que se torna profeta (…). Hoje precisamos de profecia, de verdadeira profecia: não discursos que prometem o impossível, mas testemunhos de que o Evangelho é possível.”

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O Papa: a gratidão é um sinal de boa educação, mas é também um distintivo do cristão

Francisco recordou que o Evangelho deste domingo nos convida “a viver plenamente e sem hesitação a nossa adesão ao Senhor. Jesus pede aos seus discípulos que levem a sério as exigências do Evangelho, mesmo quando isto requer sacrifício e esforço”.

Mariangela Jaguraba – Vatican News

O Papa Francisco rezou a oração mariana do Angelus deste domingo (28/06), da janela da residência pontifícia vaticana, junto com alguns fiéis que se encontravam na Praça São Pedro.

Na alocução que precedeu a oração, o Papa recordou que o Evangelho deste domingo nos convida “a viver plenamente e sem hesitação a nossa adesão ao Senhor. Jesus pede aos seus discípulos que levem a sério as exigências do Evangelho, mesmo quando isto requer sacrifício e esforço”.

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Segundo Francisco, “o primeiro pedido exigente que Ele faz àqueles que O seguem é que coloquem o amor a Ele acima dos afetos familiares. Ele diz: «Quem ama o pai ou a mãe, […] o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno de mim».” A seguir, o Papa acrescentou:

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O desenvolvimento da doutrina é a fidelidade na novidade

Jesus: "Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e a dos fariseus, não entrareis no Reino dos Céus" (Mt 5,20)

Algumas críticas ao atual pontificado contestam o Concílio Vaticano II e chegam a esquecer o magistério de São João Paulo II e de Bento XVI

Sergio Centofanti Continuar a ler

Papa: sem os idosos não há futuro. Covid-19 mostrou despreparo da sociedade

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Em 15 de junho celebra-se o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. Em mensagem no Twitter, o Pontífice destaca que a pandemia demonstrou o despreparo da sociedade em acolhê-los, já que foram a principal vítima do coronavírus.

Vatican News

“A pandemia da #COVID19 mostrou que nossas sociedades não estão organizadas o suficiente para dar lugar aos idosos, com justo respeito à sua dignidade e fragilidade. Onde não há cuidado com os idosos, não há futuro para os jovens.”

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Com esta mensagem, o Papa Francisco recorda hoje o Dia Mundial de Conscientização da Violência à Pessoa Idosa. Este ano, as Nações Unidas destacam a necessidade de se proteger os idosos durante e depois da pandemia da Covid-19.

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Papa: com Jesus, podemos nos imunizar contra a tristeza

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No altar da cátedra da Basílica Vaticana, o Papa Francisco presidiu à missa no dia em que a Itália celebra a Solenidade de Corpus Christi. Jesus se faz presente “na fragilidade desarmante da Hóstia”.

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano

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Anchieta: o jovem que lançou os fundamentos de uma Nação

O Apóstolo do Brasil foi canonizado através de um decreto assinado pelo Papa Francisco em 3 de abril de 2014, servindo-se da chamada “canonização equipolente”, isto é, sem a comprovação de milagre, mas pelo decurso de vida do então beato.

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano

Um jovem que lançou os fundamentos culturais de uma Nação: assim o Papa Francisco descreveu São José de Anchieta, que a Igreja celebra hoje.

O Apóstolo do Brasil foi canonizado através de um decreto assinado pelo Papa Francisco em 3 de abril de 2014, servindo-se da chamada “canonização equipolente”, isto é, sem a comprovação de milagre, mas pelo decurso de vida do então beato.

Dias depois, no dia 24, o Papa Francisco presidiu uma missa de ação de graças na Igreja de Santo Inácio de Loyola, no centro de Roma.

Em sua homilia, pronunciada em espanhol, Francisco ressaltou que São José de Anchieta soube comunicar o que ele viu e ouviu do Senhor.

“Ele, juntamente com Nóbrega, é o primeiro jesuíta que Inácio envia para a América. Um jovem de 19 anos… Era tão grande a alegria que ele sentia, era tão grande o seu júbilo, que fundou uma Nação: lançou os fundamentos culturais de uma Nação em Jesus Cristo. Não estudou teologia, também não estudou filosofia, era um jovem! No entanto, sentiu sobre si mesmo o olhar de Jesus Cristo e deixou-se encher de alegria, escolhendo a luz. Esta foi e é a sua santidade. Ele não teve medo da alegria.”

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Missionário zeloso

São José de Anchieta! Ele nasceu em Tenerife-Espanha em 1534. Após entrar na Companhia de Jesus em Coimbra, embarcou aos 19 anos para o Brasil.

Missionário zeloso junto aos indígenas, foi professor, poeta, dramaturgo, fundador de cidades, e acima de tudo, um verdadeiro apóstolo que plantou os valores do Evangelho no Brasil nascente. Morreu em 1597, aos 63 anos na atual cidade de Anchieta-ES. Uma frase do Poema à Virgem:

“Não foi a lança do soldado que abriu o coração de Jesus, foi a Misericórdia e o amor.”

Papa Francisco: “Aprendam a falar com Deus como um filho ao Pai”

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“Confiar numa promessa não é fácil, é preciso coragem. E Abraão confiou”

O tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta semana (quarta-feira, 3) foi “A Oração de Abraão“. O Papa começou a catequese afirmando:

“Há uma voz que ressoa de repente na vida de Abraão. Uma voz que o convida a empreender um caminho que parece absurdo: uma voz que o encoraja a sair de sua pátria, das raízes de sua família, para ir em direção a um futuro novo, um futuro diferente. Tudo isso baseado numa promessa, na qual apenas é preciso confiar. Confiar numa promessa não é fácil, é preciso coragem. E Abraão confiou”.

Francisco prossegue falando sobre a partida de Abraão:

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