Papa convoca cristãos a rezarem o Pai Nosso no dia 25

POPE FRANCIS AUDIENCE

Para “que o Senhor possa ouvir a oração unânime de todos os seus discípulos que se preparam para celebrar a vitória de Cristo Ressuscitado”

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“Só poderemos sair dessa situação juntos, a humanidade unida”, diz o Papa

AFP PHOTO / OSSERVATORE ROMANO

Papa agradece os profissionais de saúde que, apesar do cansaço extremo, ainda se desdobram no cuidado dos doentes e seus familiares

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A grande preocupação do Papa (da qual a mídia não fala)

© Piotr Tumidajski / KAI
Salvador Aragonés

O Papa Francisco diz que a Igreja deve estar “ao lado dos que sofrem”

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Hoje no mundo parece haver um único tema de conversa: o coronavírus. A mídia e a opinião pública ignoram conflitos e guerras, problemas internacionais e crises que continuam afetando certos países como Turquia, Síria e Grécia, para citar alguns poucos exemplos.

É verdade que o vírus que surgiu na China causa grande preocupação entre as populações, às vezes até pânico. Há muitas pessoas que sofrem.

Mas e aqueles que, nas periferias do mundo, sofrem calamidade, abandono, fome, desamparo, desumanidade? O sofrimento vai além do coronavírus hoje no mundo.

Por essa razão, o Papa Francisco, no dia 11 de março, lançou um grito em favor de quem padece de outros sofrimentos:

Não gostaria que esta dor (o coronavírus), esta epidemia tão forte nos faça esquecer os pobres sírios que estão sofrendo na fronteira da Grécia e da Turquia: um povo há anos sofredor. Devem fugir da guerra, da fome, das doenças. Não esqueçamos os irmãos, irmãs e tantas crianças que estão sofrendo ali.

A Grécia tem recusado com veemência os refugiados.

A Igreja, diz o Papa, “deve estar ao lado daqueles que sofrem”.

A situação dos migrantes e exilados sírios na Turquia é gravíssima: eles vivem quase na miséria, sem escolas, alojados em campos de refugiados, sem trabalho e, quando o têm, são empregos servis.

E agora que a Turquia abriu a fronteira para eles passarem, eles não podem regressar ao cenário de guerra em seu país, a Síria. Eles buscam atravessar a fronteira com a Grécia, mesmo correndo risco de morte. Um forte drama humano.

Parece uma multidão abandonada por todos, sem país, sem futuro, sem comida: ninguém os quer. E o direito humano de asilo? A Europa olha para o lado e só permite a passagem de algumas crianças e jovens, quando há dezenas de milhares de pessoas na fronteira.

Por que esse conflito ocorre?

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Exercícios espirituais, padre Bovati: não substituir o crer com o saber

A “falta de fé” esteve no centro da quarta meditação de padre Pietro Bovati, na tarde de terça-feira (03/03), no retiro quaresmal proposto pelo sacerdote jesuíta à Cúria Romana, reunida na localidade de Ariccia até a próxima sexta-feira. Do Vaticano, o Santo Padre acompanha os Exercícios espirituais
Iniciados no domingo (01/03), os Exercícios espirituais da Quaresma prosseguirão em Ariccia até a próxima sexta-feira

Debora Donnini, Raimundo de Lima – Cidade do Vaticano

Também “em nós existem fenômenos de cegueira, de idolatria, que é essencialmente uma falta de fé no Senhor Jesus, a incapacidade de viver verdadeiramente confiando-nos” a Ele. De fato, por trás da idolatria encontra-se a corrupção, o não mais reconhecer Deus, porque cada um faz o seu deus.

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Foi o que ressaltou o padre jesuíta Pietro Bovati na tarde de terça-feira (03/03) na quarta meditação dos Exercícios espirituais em andamento na localidade de Ariccia, partindo do episódio do bezerro de ouro, narrado no Êxodo, e como, nas outras meditações, reportando-se à história de Moisés, ao Evangelho de Mateus e aos Salmos.

Por sua vez, a Sala de Imprensa da Santa Sé informou que o Papa Francisco acompanha do Vaticano as meditações diárias do pregador jesuíta e que o resfriado “está fazendo seu decurso, sem sintomas que sejam reconduzíveis a outras patologias”.

A reflexão da tarde de terça-feira teve como centro o pecado, não como apresentado habitualmente enquanto transgressão à lei de Deus, mas como “falta de fé”. Efetivamente, o primeiro dos preceitos do Decálogo faz referência a não ter outros deuses no lugar do único Deus e a não fazer imagens da divindade.

Esta última especificação, observou o secretário da Pontifícia Comissão Bíblica, foi considerada superada pelo povo cristão: considera-se o ídolo, o fetiche, um legado do passado. Ao invés, é considerado útil, “mesmo contra as tendências iconoclastas”, recorrer a imagens da divindade para aumentar a fé. Mas a idolatria permanece “um pecado capital denunciado em toda a tradição do Antigo Testamento”.

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Francisco segue do Vaticano o retiro quaresmal em Ariccia

Casa Divino Mestre - Exercícios EspirituaisCasa Divino Mestre – Exercícios Espirituais  (Vatican Media)

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Papa: Jesus cura, mas não é um curandeiro

Handout | VATICAN MEDIA | AFP
Redação da Aleteia |

“A cura física é um dom, a saúde física é um dom que devemos proteger. Mas o Senhor nos ensina ainda que também a saúde do coração”

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Papa: somos pecadores, mas não escravos do mal

Papa Francisco

“Aprendamos com João Batista a ‘não presumir que já conhecemos Jesus, de saber tudo sobre Ele. Não, não é assim. Temos que nos deter no Evangelho”. É o convite do Papa neste domingo, 19 de janeiro, durante a oração do Angelus.

Jane Nogara – Cidade do Vaticano

Na manhã deste domingo, 19 de janeiro, na Praça São Pedro, o Papa Francisco  durante a oração do Angelus convidou a todos a “darem um testemunho de Jesus”, recordando que no Evangelho de João “ao contrário dos outros três, não descreve o acontecimento, mas nos propõe o testemunho de João Batista. Ele foi a primeira testemunha de Cristo. Deus o chamara e o prepara para isso”.

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João Batista

Depois do Batismo, João Batista, “ não consegue resistir ao impelente desejo de dar testemunho de Jesus e declara: ‘Eu vi e por isso dou testemunho’”.

E comenta a extraordinária novidade trazida por Jesus:

“Enquanto em todas as religiões é o homem que oferece e sacrifica alguma coisa a Deus, no evento Jesus é Deus que oferece o próprio Filho para a salvação da humanidade”

E o Papa pondera:

“O testemunho de João Batista nos convida a recomeçar sempre no nosso caminho de fé: recomeçar de Jesus Cristo, Cordeiro cheio de misericórdia que o Pai deu para nós”. Portanto deixar-nos sempre surpreender pela escolha de Deus de estar ao nosso lado.

Pecadores, mas não escravos

Porém, adverte o Papa:

“Aprendamos com João Batista a ‘não presumir que já conhecemos Jesus, de saber tudo sobre Ele. Não, não é assim. Temos que nos deter no Evangelho”

Francisco afirma “deixemo-nos instruir pelo Espírito Santo, que dentro nos diz: é Ele! É o Filho de Deus que se fez cordeiro, imolado por amor. Ele, Ele sozinho carregou, sofreu e expiou o pecado do mundo e também os meus pecados”.

Para finalmente entendermos que sim, ainda somos pobres pecadores porém não mais escravos, não, mas filhos, filhos de Deus!

Intenções de oração do Papa Francisco para 2020

POPE FRANCIS AUDIENCE

Migrantes, trabalhadores do mar, leigos e diáconos estão entre as intenções do Santo Padre

OVaticano divulgou todas as intenções de oração do Papa Francisco para o ano de 2020. Continuar a ler

O Papa: o bispo deve estar próximo do povo de Deus para não cair em ideologias

Na missa na Casa Santa Marta, Francisco pede orações pelos sacerdotes e bispos, exortando-os a quatro “formas” de proximidade.

Debora Donnini – Cidade do Vaticano

Os bispos estejam próximos a Deus com a oração, a seus sacerdotes, próximos entre si e, por fim, ao povo de Deus. Este é o caminho que o Papa Francisco indicou esta manhã (20/09) na homilia da missa na Casa Santa Marta. A sua reflexão foi inspirada nas leituras da Liturgia de ontem e hoje, concentrando-se nos conselhos que o apóstolo Paulo dá ao jovem bispo Timóteo: conselho que prosseguem, depois, também na segunda Carta. Continuar a ler